quarta-feira, 6 de abril de 2011

PARA ADOLESCENTES



Você sabia que a adolescência tem sido considerada o período mais difícil e importante da vida? Isso porque você não é criança nem adulto, e todos parecem saber mais do que você o que precisa e o que deseja. E um tempo de definições sobre você mesmo; tempo de inde­pendência — ou pelo menos a busca disso. 

Adolescência é um tempo de mudanças em que ocorre o amadurecimento do sistema reprodutivo — a puberdade —, além do crescimento físico acelerado e desproporcional. Soma-se a isso a capacidade de pen­sar abstratamente. 

É um período de exageros, quando se ama e se odeia demais. Enfim, é um tempo de relacionamentos — com a família, com os amigos, com o mundo... Quero conversar com você sobre esses relacionamentos. E vamos começar por aqueles que mais mexem com o coração nessa fase. 

Mas... Uma pergunta: Você sabe o que é puberdade? 

Puber... O quê? 

Amadurecer é um dos processos mais importantes da vida. E a adolescência é uma fase de transição em que as principais mudanças acontecem. Entra em cena a PUBERDADE! O que é isso? É o nome dado às mudanças físicas que resultam em maturidade reprodutiva. 

Ela começa, geralmente, aos doze anos, ativada por uma parte do cérebro chamada hipotálamo. Não se assuste! Só estou citando essas palavras difíceis para fazer uma rápida explicação. No início desse pro­cesso, o hipotálamo, seguindo instruções de genes ultramicroscópicos, dá sinal para a glândula pituitária secretar hormônios... 

Entram em cena, então, outras glândulas, como a tireóide, a supra-renal e as gônadas, que produzem mais hormônios... Em resu­mo, toda essa parafernália hormonal estimulará o crescimento do corpo e o desenvolvimento de características de adulto. 

Com o início desse amadurecimento, você estará apto para a reprodução. As meninas atingem esse estágio de desenvolvimento um ou dois anos antes dos garotos. E essa maturidade é acompa­nhada dos impulsos sexuais, que moralmente não podem ser satis­feitos. Por quê? Calma... 

A puberdade é marcada, para as moças, pelo início da menstruação, que em geral é irregular por uns dois anos. Os seios crescem, surgem pêlos no corpo, e os quadris se alargam. 

No caso dos meninos, há outros sinais: instabilidade ou falha da voz — em razão do aumento das cordas vocais — crescimento de pêlos pubianos, início da ejaculação, bem como aumento dos testí­culos e alongamento do pênis. Este também pode ficar ereto nos momentos mais inoportunos, gerando constrangimentos. 

Sem amadurecimento pleno não é possível assumir um relacio­namento sério, como o namoro. E relacionar-se com alguém sem compromisso, apenas para satisfação dos instintos, é uma atitude perigosa, que trará conseqüências desagradáveis. 

O tempo das "cantadas" chegou 

As "cantadas" fazem parte da adolescência, e você estará se de­parando com elas no dia-a-dia. Muitas são engraçadas e sem nenhu­ma criatividade. Quem sabe você já tenha ouvido algumas, como: "Que gata! Só falta miar"; "Você é modelo?"; "O seu cachorrinho tem telefone?"; "Você caiu do céu e não se machucou?", e outras... 

Elas podem vir de alguém com boas intenções, que pensa em namoro de verdade e em construir uma família. Mas há pessoas aproveitadoras cujo objetivo é apenas "tirar uma casquinha" de você. Tenha cuidado para não se envolver com a primeira pessoa que aparece. Aprenda a desenvolver um senso de defesa, a fim de detec­tar as pessoas que se aproximam com intenções impuras. Se você é uma moça, saiba lidar com as "cantadas" — embora os rapazes tam­bém as recebam — que costumam ser freqüentes nessa fase da vida. 

Quem não gosta de uma boa conversa? Isso é normal. Contudo, há pessoas que, às vezes, vale-se de um "bom papo" para nos induzir ao mal. 


As aparências nem sempre enganam 

As "cantadas" geralmente são precedidas de expressões corporais. Por exemplo, quando alguém quer chamar atenção ou tem o interes­se de se aproximar, estufa o peito, gesticula exageradamente, balança o corpo, ri muito (e alto), deixa objetos de valor à mostra, ajeita os cabelos, etc. Atente para os sinais. Se perceber que se trata de alguém querendo apenas se aproveitar, evite a aproximação. 

Caso alguém com quem você tenha algum contato — o que é normal, principalmente na escola — se aproxime, observe os sinais de mentira, pois o mentiroso, por melhor que seja, tende a apresen­tar algumas atitudes que o denunciam. Sabia disso? 

O mentiroso desvia os olhos quando perguntado sobre assuntos delicados; pisca com freqüência quando a conversa declina para um assunto comprometedor; inclina-se para trás; responde "Não" e balança a cabeça afirmativamente, mesmo que de leve; pede que o interlocutor repita a pergunta, com intuito de ganhar mais tempo na elaboração de uma resposta. E assim por diante. 

Talvez você pense: Creio que é uma pessoa bem-intencionada". Cuidado! Nem tudo que reluz é ouro! Não basta alguém parecer ou dizer que é.

O que é "ficar"? 

"Ficar" tem várias definições. Para alguns, é aquela amizade que esquentou de vez e já está quase virando um namoro. Ocorre quan­do duas pessoas começam a fazer certas coisas que amigos não fazem como trocar pequenos "selinhos" — beijos leves na boca. 

Embora todos, na adolescência, estejam ansiosos por viverem grandes aventuras, há jovens um pouco mais cuidadosos. Preferem adotar um quase namoro — aquele "ficar" mais duradouro para fazer experiências visando um compromisso sério. "Fica-se" primei­ro, para depois assumir um namoro, caso haja afinidade mútua. 

Para outros, o "ficar" é um tipo de relacionamento moderninho chamado "namoro de férias" ou "amor de verão". Vivem momentos de procuras e descobertas e, provavelmente, viajam com o desejo de viver uma aventura amorosa — algo diferente do convencional — ou simplesmente de encontrar um companheiro. 

"Não há razão para preocupações. Para que esquentar a cabeça? O que vale, nesse momento, é o prazer pelo prazer", dizem os psicólogos. E talvez você pergunte: "Por que ter responsabilidade, se, para mim, o que vale é o prazer sem medo e sem amor, como diz uma canção de um grupo conhecido?" 

Os serial kissers estão à solta 

O "ficar" é focado exclusivamente no prazer sem responsabilida­de — aquele em que o rapaz "pega" várias meninas na mesma noite. Criou-se uma cultura em que a maioria dos adolescentes vê os relacionamentos como pura diversão. 

Nos Estados Unidos há muitos serial killers, famosos assassinos em série — psicopatas que matam por matar, e o máximo «de pessoas possível. Mas entre os jovens existem os serial kissers, cuja diversão é beijar em série e "ficar" com o maior número de pessoas numa mes­ma noite. O que você acha disso? 


Você "fica" com uma pessoa após a outra? Chegou a trocar beijos com várias em uma mesma festa? Vive correndo de compromissos? '' Está na hora de repensar essas atitudes. Quem só pensa em "ficar" está com medo de amadurecer. E isso é muito necessário para que você vença na vida. 

Há psicólogos dizendo que "ficar" não tem nada demais, desde que não haja exageros. Dizem que é "ficando" que o adolescente desenvolve a afetividade, conhece melhor seu corpo e suas reações. E mais: com a experiência adquirida, pode estar preparado para um relacionamento duradouro. Podem está certos, mas é bom evitar os exageros.


Ah, você quer namorar? 

Você está vivendo um momento muito especial e, ao mesmo tempo, perigoso, em que a vontade de estar ao lado de alguém do sexo oposto é quase insuportável, não é mesmo? O perigo é o se­guinte: na adolescência, tudo passa pela cabeça, menos os compro­missos sérios. Sei o quanto é divertido viver apenas para o prazer, mas o que adianta ter alguns momentos de prazer e, depois, uma vida inteira de problemas? 

É preciso levar a sério o relacionamento com alguém. Estar ao lado de uma pessoa apenas para preencher um vazio não é nada bom. Por outro lado, querer namorar sério quando ainda não se está preparado para isso é fazer a coisa errada na hora errada. 

Não quero deixá-lo confuso (a). Por isso, vamos avançar em nossa conversa, pouco a pouco. O namoro — namoro de verdade — só faz sentido quando se tem em mente um compromisso bem mais sério: o casamento. E entendo como é difícil para um adolescente pensar em namoro sério. 

Sem dúvidas, nessa idade, o "ficar" é muito mais interessante. E os sexólogos de plantão estão por aí dizendo que "ficar" é a melhor coisa. Dizem: "Desde que haja prevenção contra doenças sexual­mente transmissíveis, você pode fazer tudo o que seu coração man­dar". Mas tenha cuidado e procure sempre consultar o seu coração e procure fazer a melhor escolha! É isso mesmo: tenha cuidado com as escolhas, pois a vida é feita delas e quem escolhe o melhor vive melhor e quem escolhe o pior, idem. Qualquer psicólogo que escreve para revistas ou sites voltados aos jovens e adolescentes diria: "Confie em seus sentimentos e intui­ção" Vamos ter cautela! 

Você pode olhar para alguém e se apaixonar à primeira vista. Isso é um risco. Mas não significa que essa pessoa seja a que o fará feliz. Os seus valores estão acima de qualquer sentimento. 

Não use o seu corpo para o prazer irresponsável e inconseqüente. Você deve ter prazer, mas na hora certa e com a pessoa certa. Nada de "curtir a vida adoidado". 

Você deve ter respeito pelo seu corpo, sabia disso? Então cuide bem dele. Reserve-o para a pessoa que merecerá o seu amor — alguém que poderá partilhar com você alegrias e dificuldades; alguém que poderá criar filhos com você e construir um lar de muita felicidade. 

Se estiver disposto mesmo a namorar e convencido de que já possui a maturidade necessária para isso, vá em frente.
Ao procurar alguém para namorar, leve em conta uma condição básica: O amor, o respeito a pessoa amada e a si mesmo (a).

Imagine ter de conviver com uma pessoa que não lhe ama e não lhe respeita? Procure alguém que se harmonize com você. 

Você está apaixonado? 

Eu sei que a vontade de namorar, nessa fase, é muito grande. De repente você nota que algo estranho está acontecendo. Sente que parte de seu coração não é mais seu não é mesmo? Você começa a pensar demais em alguém e percebe que está sofrendo do mal — mal? — que a maior parte dos seres humanos sofre a paixão! 

Quem já ficou apaixonado sabe: o mundo muda, as percepções a respeito da pessoa amada são exageradas — sempre para o bem, é claro — e algumas alterações físicas são facilmente percebidas, tudo por conta da paixão. 

É comum o apaixonado ficar instável, mal-humorado, ansioso, agressivo e sem apetite. Ele costuma esquecer-se de tudo e perder o sono. Concentrar-se nas coisas que não têm relação com o ser ama­do e desejado é quase impossível. 

A resposta para essas mudanças involuntárias está no funciona­mento do próprio organismo. Sem que se tome consciência disso, quem está apaixonado libera neurotransmissores — a maior parte deles estimulantes — para o corpo todo. Essas substâncias causam aquelas sensações tão características, como batimentos cardíacos acelerados, mãos suadas, pernas bambas, além dos famosos apertos no peito e um certo nó na garganta. 

Uma dessas substâncias, a dopamina, é liberada principalmente quando você se encontra com a pessoa amada. Daí aquela euforia, o sentimento de estar nas nuvens e a famosa ansiedade. Algumas pessoas mais sensíveis podem até ter febre, falta de apetite e insônia quando distante do ser querido. 

Você deve estar se perguntando: "A paixão é uma doença?" Claro que não! Mas tenha cuidado. A pessoa apaixonada pode fazer coisas momentâneas, como prometer o que não cumprirá. É sempre bom esperar passar os primeiros meses, aqueles em que o "fogo da pai­xão" está bem alto, para ter uma definição melhor acerca da pessoa amada. 

Quer saber de uma coisa? A paixão sempre acaba! Por isso, para construir um relacionamento sólido, é preciso amar de verdade. Um namoro cujo elemento principal é a paixão dura pouco. "Amor e paixão não são a mesma coisa?" Não. 

Embora a paixão quase sempre surja primeiro como uma neces­sidade da natureza humana — ela se dá por meio de algum tipo de vínculo afetivo: uma atração física ou visual, uma admiração, etc. — o amor é superior, pois valoriza o ser humano como pessoa. 


Gostou deste capítulo? Espero que sim. No próximo, as coisas vão esquentar um pouquinho, e abordarei mais diretamente o namoro. Não podemos deixar passar essa oportunidade de conversarmos so­bre isso. Você deve estar com uma dúvida... Se o namoro é para pessoas maduras, e o "ficar" é perigoso, o que fazer? Vire a página. 


Tempo de Relacionamentos 


De acordo com uma pesquisa de uma universidade, não importa em qual ordem as Ietras de uma palavra estejam. A única coisa importante é que a primeira e a última Ietra estejam no lugar certo. O resto pode ser uma total bagunça que voçê pode uni-las e ler sem problema. Isso ocorre porque nós não lemos cada letra isolada, mas a palavra como um todo. 

Talvez o assunto em questão, em sua mente, esteja da mesma forma que o início deste capítulo — embaralhado. Que tal recomeçarmos? 

... deixemos todo embaraço que tão de perto nos rodeia e corramos, com paciência, a carreira que nos está proposta.

É possível que você tenha algumas dúvidas: "Estou sentindo muita atração pelo sexo oposto. O que devo fazer como adolescente? Estou apaixonado? Devo esperar um pouco para namorar? Como? Não posso 'ficar' nem um pouquinho? Só posso namorar sério? O que eu faço?" 

Essas questões são muito complexas, não é mesmo? Imagino a sua expressão de curiosidade neste momento. 

Amor ou paixão? 

O amor representa um conjunto de sentimentos, ações e pa­drões de pensamentos. Até a paixão — alimentada exclusiva­mente pela atração — pode estar contida nele, pois ela nunca subsiste isolada. 

Como vimos, quando alguém está apaixonado, experimenta mudanças orgânicas e de comportamento. A paixão altera o meta­bolismo e provoca reações diversas — boas e ruins. Trata-se de um sentimento passageiro que prioriza a impulsividade e o encantamento. 

O apaixonado fica "embriagado" pelo objeto de sua paixão, e suas reações são a distração e a alta palpitação do coração em alguns momentos. Como alguém se apaixona? Para que a paixão aconteça basta um olhar, um sorriso, um elogio, um e-mail despretensioso... 

Às vezes, ela é tão intensa que o seu portador acredita que ja­mais conseguirá abandoná-la. Quando não correspondida, torna-se perigosa, podendo gerar desespero. Por isso, o casamento não deve resultar de um namoro curto, baseado na paixão. 

Só o amor pode unir as pessoas de verdade. Veja o que acon­tece no mundo das estrelas do cinema, da música pop e do es­porte: "namoros relâmpagos" que acabam em "separações ins­tantâneas". Há alguns anos, um famoso cantor conheceu uma atriz em seu programa de TV e, um mês depois, decidiu trocar alianças com ela. 

O enlace durou apenas quatro meses! O que aconteceu? Todos pensavam que se dariam bem, que se tratava de amor à primeira vista. Na verdade, esse é um bom exemplo de paixão. Ela vai embo­ra de repente, da mesma forma como surgiu. 

Calma... Este não é um "livro de fofocas"... Mas você já deve ter ouvido falar da cantora e atriz Jennifer Lopez, que está entre as campeãs de relacionamentos rápidos, frutos de mera paixão. Seu primeiro casamento, com um garçom, durou um ano! Pouco tempo depois, começou a namorar um dançarino com quem se casou após sete meses. O matrimônio durou apenas oito meses! 

Quer mais um exemplo? Com quatro meses de namoro, o famoso jogador de basquete Dennis Rodman e a atriz Carmem Electra fizeram votos em Las Vegas (EUA), terra dos casamentos expressos. O pedido de anulação veio em nove dias! Rodman alegou estar com­pletamente bêbado quando aceitou participar da cerimônia. Bem, deixe-me parar por aqui, para não ser chamado de fofoqueiro. 



Namoro loooooooongo... 

Não pense que a solução para gerar amor seja aumentar o tempo de namoro. Há duas tendências gerais em relacionamentos longos; diminuição do amor — caso exista — ou exagero nas intimidades. E o Senhor, com certeza, não quer que isso aconteça.

Muitos acreditam que namoros longos produzam maturidade, autocontrole e amor. Contudo, se o tempo de namoro estender-se muito, o amor tende a esvair-se pouco a pouco. E, sem essa virtude, não há razão para namorar. Quanto aos conflitos e briguinhas, ten­dem a aumentar. 

Ademais, você acha que um casal de namorados que estão jun­tos há cinco ou dez anos, que se amam de verdade e que desejam unir-se definitivamente o mais breve possível, ficaram todo esse tempo apenas trocando cartinhas ou e-mails, além de olhares apai­xonados e beijos do tipo "selinho"? 

Cuidado com o aumento das intimidades. Caso você já esteja namorando alguém há bastante tempo e, por conse­qüência, exagerando nas intimidades. 

Quantos anos você tem? 

Não existe uma idade específica para começar um namoro? Existe uma distinção entre agir como menino e portar-se como adulto. É a maturidade que determina quando você deve assumir um compromisso, e ela nem sempre vem com o avanço da idade. 

Há jovens de vinte anos que se comportam como se tivessem quatorze. Antes de pedir alguém em namoro ou aceitar uma proposta, pondere sobre o assunto e só vá em frente se tiver certeza de sua maturidade. 

Quanto à idade para se começar um namoro, outros fatores de­vem ser considerados: a determinação dos pais. A aceitação por parte da família é muito importante. Caso sinta-se preparado para o namoro, converse com seus pais. Faça a coisa certa e você será feliz. 

O namoro deve ser uma preparação para o casamento. Em geral, quem quer namorar, tendo em vista o casamento, deve antes termi­nar os estudos e aprender uma profissão, para ter meios de susten­tar uma família, embora nada impeça que esse progresso continue durante o casamento. 

Tome cuidado para não ficar tão "embriagado" de amor, a ponto de esquecer-se de tudo. Mantenha os pés no chão. Quem sabe você reclame: "Estarei muito velho!" Não, você não estará velho, mas com a idade certa, a menos que tenha começado a estudar mais tarde ou experimentado muitas reprovações, o que representam exceções à regra. 

Dependendo da profissão que escolher, certamente terá de estu­dar mais alguns anos. Apesar dessa espera, que não é tão longa, você terá uma meta definida na vida. Não pode haver tempo mais propício para se iniciar o namoro. 

Vale a pena "ficar"? 

Quem "fica" envolve-se em relacionamentos superficiais, sem com­promisso, irresponsáveis e perigosos. Entendo o quanto é difícil abrir mão de uma aventura a dois. Estar com alguém, trocando beijos e abraços, sem compromisso, era tudo o que eu queria em mi­nha adolescência. 

Procure preencher o vazio que há dentro de você, que o obriga a buscar outras opções de prazer, como o "ficar"

Se você ainda não está maduro, ocupe-se, prepare-se para a vida. Nada de "ficar"! O que adianta "pegar" todos ou todas, e depois casar-se para ser mais “um” infeliz? 

E quanto aos impulsos sexuais? Vamos falar sobre isso mais adi­ante, e você entenderá que é possível viver diariamente sem ne­nhum relacionamento sexual e ainda ter uma vida feliz. Não faça do sexo um fim em si mesmo, pois há outras coisas mais importantes. 

Sei que é difícil, mas na vida há fases complicadas, e temos de passar por elas. É melhor agüentar a solidão agora do que sofrer uma dor bem maior depois. Você poderá se sentir ainda mais só...


Os meus pais viveram em uma época em que o conceito de namoro era bem diferente do meu: o casal de namorados limitava-se a pegar na mão e sentar junto no sofá, ou nem isso. Namorava-se na casa dos pais. Na minha época, isso já era diferente... E hoje o conceito secular de namoro é bem mais liberal. 

Basta prestar atenção às propagandas referentes ao Dia dos Na­morados para perceber que a ênfase recai no sexo. Para a sociedade moderna, namoro sem sexo não é namoro. Vivemos em um mundo em que a relação sexual pode "rolar" até no primeiro encontro! 

Era comum, antes, os rapazes pedirem ao pai da moça para namorá-la. Agora, tudo se resolve entre eles mesmos, sem que a família saiba. É claro que os jovens sempre querem independência, liberdade, mas o extremismo quer de uma, quer de outra parte, é perigoso. 

Não defendo o namoro de antigamente, pois vivemos uma outra realidade, em que os valores mudaram, e algumas adaptações são inevitáveis. Mas defendo o bom senso na hora de se fazer as escolhas. 

Como o jovem deve encarar o namoro? Quando maduro, preparado para um relacionamento sério, deve encará-lo com res­ponsabilidade, observando que a palavra "amor" não está contida em "namoro" por acaso. O namoro verdadeiro deve ser vivido por pesso­as que se amam, e não por aquelas que têm atrações passageiras. 

A finalidade do namoro é proporcionar um maior conhecimen­to mútuo. Namorar é assumir uma relação fixa diante da família, dos amigos e dos colegas de escola. É ter compromisso, fidelida­de, companheirismo. O namoro deve ter como objetivo o casamento. Esse é o conceito universal.

A hora de encarar os pais 

Alguns pais exigem que o rapaz peça-lhes permissão, antes de namorar a filha. Não interprete isso negativamente, pois eles têm todo o direito de saber quem a filha irá namorar. É um gesto bonito apresentar-se a eles e revelar as suas intenções quanto ao futuro. 

Há pais que não fazem esse tipo de exigência, mas não deixe que saibam por outras pessoas que você está namorando. Quando os pais do rapaz ou da moça — ou de ambos — reprovam um namoro, procure saber o porquê. 

Se houver alguma questão grave envolvida, o namoro não deve continuar. Se existe verdadeiro amor entre você e seu namorado; se ambos acreditam nesse amor e mesmo assim os pais sejam contra, não se irritem, procure convencê-los de que eles podem estar errados. 

Não provoque os seus pais nem os tenha como inimigos.

 Você é ciumento? 

Namorar é muito bom; dá aquela sensação de ter alguém com quem contar, não é mesmo? Isso nos leva, naturalmente, a preocuparmo-nos com o namorado e protegê-lo de qualquer "perigo". Um pouco de ciúme é bom e pode até fazer bem para o ego do outro. Mas, em excesso, só causa problemas. 

Definir o ciúme é tão difícil que médicos e psicanalistas apresen­tam diferentes teorias a respeito. Alguns dizem, por exemplo, que a raiz do ciúme é a falta da serotonina — hormônio ligado à auto-estima que gera o medo de perder a pessoa amada. E esse medo manifesta-se mais quando surge uma ameaça concreta à relação. 

Outros cientistas associam o ciúme a fatores socioculturais, de­pendendo da criação ou do fato de a pessoa ter sofrido uma traição. Há também aqueles que definem o ciúme como um zelo, que pode ser usado de forma positiva, ajudando a fortalecer o vínculo. Mas o perigo é quando o ciúme torna-se doentio, a ponto de fazer alguém ver indícios de traição em qualquer atitude. 

Como controlar o ciúme? O ideal é segurar a "onda" no momen­to e depois conversar com calma. O diálogo é importante para aumentar a confiança. Quando seu ciúme é obsessivo, você não confia e põe "minhocas" na cabeça. E namoro sem confiança não subsiste. 

A melhor maneira de vencer o ciúme em excesso é priorizar as coisas. Quando você valoriza demais um relacionamento, coloca-o em primeiro lugar em sua vida. E isso é fundamen­tal para você cair na tentação de idolatrar uma pessoa. 

Como enfrentar uma traição? 

O namoro é uma etapa da vida que pode ser descrita com duas palavras: paixão e felicidade. Os enamorados vivem grudados e não imaginam a rotina da vida sem a companhia do outro. É tudo diver­tido, engraçado... 

E quando as coisas mudam de figura? O que acontece quando um dos dois decide trair? A traição pode até não acabar com o relaciona­mento, mas causa abalo e sofrimento. Isso sem falar das conseqüên­cias espirituais. 

Ninguém está livre da traição, e você tem de saber como lidar com esse problema, para que não faça dele um fim em si mesmo e perca a sua confiança em você. 

O que fazer em caso de traição, perdoar? Bem, perdoar é o maior bem que uma pessoa possa possuir, mas é preciso ponderar até que ponto o perdão — seguido de uma nova chance, um recomeço — não será um consentimento para uma decepção ainda maior. Se você perder a confiança, é bom evitar manter um relacionamento. Perdoar, sim. Envolver-se de novo, não! 

No casamento, a coisa é um pouco diferente, e o perdão implica manutenção do matrimônio. No namoro, você tem a chance de perdoar e afastar-se. E eu recomendo que aconteça isso, mesmo que você sofra um pouquinho. Quem trai durante o namoro dá indicações de que trairá no casamento. É melhor não arriscar. 

MaturIDADE e nAMORo 

Lembro-me da minha adolescência... Quantas não foram às me­ninas — algumas nem tão meninas — por quem me apaixonei. Umas — poucas — corresponderam, outras não. Nessa fase da vida, é muito fácil se apaixonar e "trocar os pés pelas mãos". Tenha muito cuidado, pois há toda uma vida pela frente. Envolver-se cegamente com alguém é perigoso. 

O amor é, sem dúvida, um sentimento maduro. Na adolescência, é comum experimentarem-se vários momentos de paixão. Uns du­ram mais, outros menos, mas depois que se passa por eles, vê-se que eram apenas sentimentos passageiros. 

Você quer mesmo namorar? Vou reformular a pergunta: Você já está pronto para isso? Maturidade, em geral, só vem após a adoles­cência. Como não se trata de passatempo, só deve pensar em namo­ro — repito — quem tem o casamento como alvo. 

Ademais, antes de começar a namorar alguém, você precisa conhecer um pouco melhor essa pessoa. Namoro não é para se fazer experiências, pois você estará lidando com o sentimento de alguém. E isso é muito sério! 

Quantas pessoas que, por uma desilusão, jamais conseguiram ser felizes na vida sentimental! Não queira ser o causador de um mal dessa ordem a uma pessoa, nem seja alguém cujo namoro frustrado resultará em marcas emocionais inapagáveis. 

Vamos conversar sobre S-E-X-O? 

Existe uma grande pressão sobre os jovens para que, a cada dia, se relacionem sexualmente mais cedo. Os sexólogos, quase todos — fazem recomendações como "Use camisinha, proteja-se", e ao mesmo tempo orientam os adolescentes a se relacionarem com quem e quando quiserem. Isso é muito perigoso! 

Deus não criou o sexo para que o ser humano apenas receba e dê prazer, sem nenhuma responsabilidade. É importante que sin­tamos prazer por meio do sexo, mas feito de forma segura para evitar constrangimentos futuros.
Quer conversar mais sobre sexo? 



FALANDO SOBRE SEXO...



Você já notou como o sexo está no imaginário das pessoas? Parece até que tudo, na vida, gira em torno do prazer sexual. As propagandas, em sua maioria, usam-no para chamar a atenção. Explora-se o assunto em livros, revistas, filmes, músicas... E os programas humorísticos? Suas piadas sempre enfocam o sexo, seja de forma direta, seja subjetivamente.
Parece que as pessoas pensam em sexo o tempo todo. Ouvi, há algum tempo, o caso de um rapaz recém-casado que estava preenchendo uma proposta de emprego, quando deparou-se com o espaço "Sexo:
______________". Como não havia as opções M ou F, ele acabou escrevendo o seguinte: DUAS VEZES POR SEMANA!
Brincadeiras à parte, o sexo nunca foi em si mes­mo, pecaminoso. Deus o estabeleceu para ser desfru­tado na relação matrimonial. Todas as coisas vivas no universo devem sua vida ao princípio do sexo: flores, animais e seres humanos, que dependem da união entre macho e fêmea excetuando-se, é claro, as reprodu­ções assexuadas entre certos tipos de insetos e plantas.
O sexo é o lado físico do amor e é muito prazeroso.
Errado é valer-se do sexo para prostituir-se:

Sexo e banalização

Nos dias de hoje, o sexo vem sendo banalizado pelo ser huma­no. Há verdadeiros absurdos ocorrendo no mundo.
É claro que há também atitudes extremistas em relação ao sexo. No Egito, um grupo religioso proibiu os seus integrantes de come­rem pepinos por causa de sua conotação sexual. Na Polinésia, há pouco tempo, as mulheres eram proibidas de comer banana e coco por causa do formato.
No Irã, a atriz Gohar Kheirandish foi condenada a 74 chicotadas por ter beijado o rosto do diretor Ali Zamani durante a cerimônia de entrega dos prêmios de um festival de cinema. Pela lei muçulmana, qualquer contato físico em público entre homem e mulher não casados é expressamente proibido. Isso tudo é exagero, pois o que é levado em conta são aspectos subjetivos, dos quais se pretende tirar conclusões. Mas em contraposição, os valores morais têm sido tão deturpados que atitudes legítimas, contrárias à imoralidade, tam­bém têm sido consideradas extremistas.
Quem hoje é contra as revistas pornográficas, os filmes eróticos, as danças lascivas e as músicas erotizantes é considerado "careta", retrógrado. Isso denota quanto o sexo vem sendo banalizado em todo o mundo.
Há cinqüenta anos, o rei da Arábia Saudita, Ibn-Saud (1880-1953), chocou o mundo ao se vangloriar de ter se relacionado sexualmen­te com dezessete mil mulheres! Ele dizia que possuiu três mulheres diferentes por noite exceto durante as guerras dos 11 aos 72 anos, quando morreu! Seria isso motivo de orgulho?

É pecado beijar na boca?

Não vou responder de imediato, pois quero partilhar com você algumas curiosidades sobre o beijo...
Calcula-se que uma pessoa troca, em média, 24 mil beijos de todos os tipos, dos maternais aos apaixonados ao longo de sua vida. No período da Renascença, o beijo na boca era uma forma de saudação muito comum. Na Inglaterra, ao chegar à casa de alguém, o visitante beijava o anfitrião, sua mulher, todos os filhos e até mes­mo o cachorro e o gato!
Em termos científicos, o beijo é descrito como a justaposição anatômica dos dois músculos orbiculares da boca no estado de con­tração. Entendeu? Você sabia que a ciência dedicada ao estudo dos beijos é a filematologia, e que filematofobia é o nome dado ao medo ou melhor, pavor de beijar?
Os batimentos cardíacos sobem, em média, de 70 para 150 por minuto durante o beijo, forçando o coração a bombear bastante sangue, pois as células pedem mais oxigênio para trabalhar. Isso traz uma série de vantagens para o organismo: inibe a insônia e as dores de cabeça, bem como impede o desenvolvimento de doenças no aparelho circulatório, no estômago e na vesícula.
Por outro lado, sabia que um beijo pode repassar 250 vírus e bactérias diferentes? Quando se beija alguém, resíduos de saliva per­manecem em sua boca por três dias! Por isso, em 1909, um grupo de americanos que consideravam o contato dos lábios prejudicial à saú­de criaram a Liga Antibeijo.
Em cada beijo, os apaixonados trocam pequenas quantidades de água, albumina, substâncias orgânicas, gorduras e sais. Há uma fe­bre glandular que se dissemina pela saliva e, por isso, é conhecida como doença do beijo prolongado.
Há algum limite para o beijo? Ou o casal de namorados deve estabelecer as suas próprias regras, sabendo até que ponto pode evoluir em matéria de beijos e carícias?
Na verdade, há beijo e beijo. E sabe-se que é praticamente im­possível namorar sem beijar. O "beijo francês" é aquele em que as línguas se entrelaçam a expressão foi criada por volta de 1920, na França. Concorde você ou não, o beijo desencadeia o processo prepa­ratório para o sexo. E, uma vez ativada, como parar essa máquina? A melhor saída é não esquentar os motores...
O beijo funciona mais ou menos como o ferro de passar roupa. Se você molhar a ponta do dedo e tocar rapidamente a parte infe­rior do ferro quente, seu dedo não será queimado. Porém, se o mantiver encostado no* ferro, a água imediatamente se transforma­rá em vapor, e você sofrerá uma dolorosa queimadura.
Em outras palavras, tudo depende da intensidade. Quanto mai­or a intensidade com que você se entrega a qualquer tipo de inti­midade, seja através de um beijo, seja através de carícias, será mais difícil resistir às tentações. Quando prolon­gado, o beijo ativa a "máquina sexual".

O que há de errado com o sexo virtual?

O que é sexo virtual? É aquele praticado sem envolvimento físi­co, acompanhado ou não da masturbação. Usam-se outros meios para obtenção do prazer, como conversas telefônicas e a tela do computador, em salas de bate-papo ou chats.
Qual a diferença entre o sexo virtual e o real? O sexo real envolve conjunção carnal e o sexo virtual, na esfera psicológica e pode trazer conseqüências negativas.
Não tente usar subterfúgios para satisfazer o seu desejo. Seja uma pessoa equilibrada. Tenha domínio próprio. Talvez você argumente: "Eu não resisto. Não consigo me contro­lar". Consegue, sim! Você poderá praticar o sexo de forma virtual, mas as conseqüências são reais.

Quando perder a virgindade?

E impressionante como o jovem de hoje é bombardeado com convites para perder a sua virgindade, tanto o rapaz como, principal­mente, a moça. Virgindade, para o mundo, é sinônimo de anomalia. Parece até que ser virgem é ter uma doença grave, não é mesmo?
Para começar, você precisa saber que perder a virgindade não deve ser a sua prioridade. É claro que, se pensar nisso quer dizer, "naquilo" o tempo todo, mais cedo ou mais tarde, acaba acontecendo, mas deixe as coisas acontecerem no tempo certo. Não se apresse. Tome cuidado. Você já abriu uma paçoquinha? O que acontece quando se faz isso apressadamente? Ela dissolve-se em sua mão. É isso que acontece quando nos apressamos.
Talvez você pergunte-. "Como saber se serei feliz sexualmente, se não conhecer o meu parceiro antes do casamento?" Ora, essa não é a melhor maneira de conhecer alguém antes do casamento. É preci­so que haja conversa no período de namoro e noivado. Isso, sim, é a melhor solução. E a conversa deve ser franca e sem medo.
Conversar sobre o quê? Pergunte tudo, sem medo ou constrangi­mento. Procure saber, por exemplo, se ele tem algum problema como impotência, ejaculação precoce, etc. A moça que sofreu al­gum abuso e que, conseqüentemente, possui algum trauma tam­bém deve declará-lo ao futuro esposo.
Juntos, poderão se ajudar e procurar um especialista que os acon­selhe sobre como vencer algum problema. Afinal, o diálogo franco e sincero deve estar presente na vida do casal mesmo antes do casamento. Ocultar algum fato relevante, inclusive na área sexual, pode trazer problemas sérios para os recém-casados.
Mas voltando ao assunto da virgindade, apesar de o jovem ser pressionado a, cada vez mais cedo, perdê-la, não vá nessa "onda". Eu sei que a maioria dos seus amigos não é mais virgem e rirá de você, caso ainda o seja.
Namoro... Noivado... Casamento e sexo! O que você acha dessa seqüência? O que você prefere: seguir as orientações de psicólogos ou seguir seus impulsos?

O que são afrodisíacos?

A palavra "afrodisíaco" vem do nome "Afrodite", a deusa grega do amor. Os afrodisíacos são substâncias às quais atribui-se o poder de aumentar o desejo e melhorar o desempenho sexual. No entanto, muitas das crenças vêm de fatores como a semelhança com os órgãos sexuais ou a suposta ação como estimulante no sistema nervoso.

Amendoim e outros

O amendoim concentra bastante vitamina E, que é importante para a produção de hormônios sexuais. O alho e a cebola são con­dimentos cujas substâncias ajudam a dilatar os vasos sangüíneos. Evite consumir esses alimentos de forma exagerada.
Existe uma crença de que as bebidas alcoólicas sejam estimulantes sexuais. Mas o álcool, principalmente em grande quantidade ao contrá­rio do que se pensa , funciona como um depressor do sistema nervo­so e provoca a redução da libido.

Chocolate e ostras

É claro que eu não sugeriria a proibição de um alimento tão sabo­roso como o chocolate! Ele, aliás, contém o aminoácido triptofano, que aumenta a produção de serotonina responsável pela sensação de bem-estar. Mas não exagere! Os médicos dizem que as substân­cias contidas nele podem fazer mal, se consumido de forma exa­gerada.
Há "ostras" quer dizer, outras coisas que alguns chamam de afrodisíacas: as ostras e a catuaba. Ostras? Sim, pois elas contêm zinco, elemento que ajuda na produção de testosterona, o hormônio masculino fundamental para a excitação sexual.
E a catuaba? Cada uma que o pessoal inventa... Dizem que ela é capaz de melhorar a disposição e combater o estresse. Pesquisas mostraram que ela estimula o apetite sexual dos ratos. Não queira saber qual é o efeito em você!
Como se vê, há muitas suposições e idéias fantasiosas em torno desse assunto. Mas, haja ou não produtos e alimentos que estimu­lem sexualmente, esse tipo de assunto não lhe interessa tanto no momento, uma vez que você, nesse periodo púbere não precisará usá.

É pecado ter fantasias?

Não vejo pecado imaginar-se com a pessoa amada. No mundo fala-se muito em fetiche. O que é isso? Trata-se de um objeto, um comportamento ou uma parte do corpo que desperta um desejo sexual maior nas pessoas. É considerado um comple­mento para a busca do prazer. Ao ver um objeto, senti-lo, cheirá-lo ou prová-lo, pessoas domi­nadas por fantasias ficam excitadas. Elas dependem do fetiche para se realizar sexualmente e cada vez mais precisam exagerar na dosa­gem. Infelizmente, são pessoas que, em geral, sofrem de parafilia distúrbio que faz o seu portador sentir prazer apenas mediante a realização de fantasias.
Evite alimentar essas fantasias por meio de conversas com ami­gos do mundo. Tenha cuidado também com as piadinhas picantes. Não perca o seu tempo ouvindo e falando coisas desagradáveis com seus amigos.

                             AIDS
Que a AIDS é perigosa todos sabem. Aliás, é a mais perigosa das doenças sexualmente transmissíveis. E os psicólogos de plantão têm até um discurso decorado: "Para evitar a AIDS, basta usar a camisi­nha, que é simples e prática, e pode ser encontrada em qualquer farmácia ou supermercado".
Claro que é bom proteger-se, pois não é apenas o HIV vírus da AIDS que pode ser contraído em relações sexuais. O HPV, um vírus perigoso que favorece o surgimento do câncer, também é trans­mitido sexualmente, além de outras doenças venéreas.
É bom proteger-se, usando camisinha. Com a camisinha, você pode se relacionar sexualmente sem expor a sua saúde.
O uso de camisinha é uma forma de proteger-se da gravidez indesejada e das doenças sexual­mente transmissíveis.
A melhor maneira de proteger-se e evitar uma gravidez indesejada.  Nos Estados Unidos, apesar de sua cultura materialista há inúmeros jovens que fizeram um pacto de se manterem puros até o casamento.
Quer saber mais sobre sexo? Na próxima postagem, quero con­versar com você sobre um assunto que pode estar tirando o seu sono. Está curioso? espere a próxima postagem.