O maior erro de quem se considera grande é subestimar o pequeno. O grande nasceu pequeno e cresceu e o pequeno muitas vezes cresce em cima das fraquezas dos grandes. A grandeza do homem não está na sua estatura física, nem no seu poderio financeiro, mas na sua altitude mental. Um dos maiores impérios que possa ter existido sobre a face da terra o temível Império Romano, foi devastado por um povo por eles menosprezado chamado de Bárbaros; a arrogante Babilônia subestimou os Medos e Persas e acabou sob o domínio deles; quem destruiu a Fortaleza de Jericó? Da decantada e sofisticada Bizâncio, maior soberba do Império Bizantino, o que restou dela? A Bíblia relata o clássico duelo entre o pequenino Davi e o gigante Golias quando o pequeno vence o grande numa batalha imortal em tempos bíblicos.
No Evangelho de São Marcos o reino de Deus é comparado a um grão de mostarda: “Quando semeada é a menor de todas as sementes sobre a terra; mas, uma vez semeada, cresce e se torna maior do que todas as hortaliças, e deita grandes ramos a ponto de as aves do céu poder aninhar-se à sua sombra” (Marcos 4:31-32). Comparáveis simbolismos podem ser encontrados no Chandogya Upanishad, Cap. 3.14.2-3, ao descrever a alma individual (atman) que é a mesma Alma do Universo (Brahman): “Esta minha alma que jaz no fundo do meu coração é menor que um grão de arroz ou de cevada, menor que um grão de mostarda, mas é maior que a terra, maior que a região entre a terra e o céu (...), maior ainda que todos esses mundos juntos”.
O pequenino Jornal Axé em Notícia (informativo do Ilé Asé Dajó Ìyá Omí Sàbá) surgiu de uma grande idéia trazendo consigo o pioneirismo no gênero em nosso estado e com grado objetivo, cujo mesmo é propagar e prestigiar a religiosidade de um povo, bem como sua cultura e suas tradições, além de apresentar também serviços de utilidade pública à população areia-branquense. Estamos documentando a nossa história para que as futuras gerações possam conhecer a realidade à cerca da nossa crença; que possam compreender a nossa forma de vivenciar a Deus, entendendo Deus não como uma divindade do ontem que passou e/ou do amanhã que há de porvir, mas como uma consciência do hoje; para que certos conceitos errôneos que se apregoam a respeito da religião de matriz africana sejam esclarecidos.
Não pretendemos erguer nenhum obelisco em nosso louvor, mas, em honra às nossas divindades e com isso contribuir para com a história do culto ao Candomblé e Umbanda na urbe.
Todavia, para os que se consideram grandes demais e queiram construir o seu Arco do Triunfo (particular), que o faça, porém, com bases bem estruturadas para depois não correr o risco de o monumento símbolo dos vossos louros cair sobre vossas cabeças. Deixamos também, o lembrete para os que vivem em castelos de areia: ele poderá ser banido pela próxima onda e levado para as águas profundas do inconsciente coletivo; ser diluído nas águas sagradas da nossa Mãe Yemanjá.
Não existe um grande que não tenha sido pequeno, nem um pequeno que não tenha a probabilidade de crescer. Em verdade, vos digo: grande mesmo é o poder de Olorun (Deus) que há de reinar sobre tudo e sobre todos até a consumação dos séculos. Axé! (amém)
No Evangelho de São Marcos o reino de Deus é comparado a um grão de mostarda: “Quando semeada é a menor de todas as sementes sobre a terra; mas, uma vez semeada, cresce e se torna maior do que todas as hortaliças, e deita grandes ramos a ponto de as aves do céu poder aninhar-se à sua sombra” (Marcos 4:31-32). Comparáveis simbolismos podem ser encontrados no Chandogya Upanishad, Cap. 3.14.2-3, ao descrever a alma individual (atman) que é a mesma Alma do Universo (Brahman): “Esta minha alma que jaz no fundo do meu coração é menor que um grão de arroz ou de cevada, menor que um grão de mostarda, mas é maior que a terra, maior que a região entre a terra e o céu (...), maior ainda que todos esses mundos juntos”.
O pequenino Jornal Axé em Notícia (informativo do Ilé Asé Dajó Ìyá Omí Sàbá) surgiu de uma grande idéia trazendo consigo o pioneirismo no gênero em nosso estado e com grado objetivo, cujo mesmo é propagar e prestigiar a religiosidade de um povo, bem como sua cultura e suas tradições, além de apresentar também serviços de utilidade pública à população areia-branquense. Estamos documentando a nossa história para que as futuras gerações possam conhecer a realidade à cerca da nossa crença; que possam compreender a nossa forma de vivenciar a Deus, entendendo Deus não como uma divindade do ontem que passou e/ou do amanhã que há de porvir, mas como uma consciência do hoje; para que certos conceitos errôneos que se apregoam a respeito da religião de matriz africana sejam esclarecidos.
Não pretendemos erguer nenhum obelisco em nosso louvor, mas, em honra às nossas divindades e com isso contribuir para com a história do culto ao Candomblé e Umbanda na urbe.
Todavia, para os que se consideram grandes demais e queiram construir o seu Arco do Triunfo (particular), que o faça, porém, com bases bem estruturadas para depois não correr o risco de o monumento símbolo dos vossos louros cair sobre vossas cabeças. Deixamos também, o lembrete para os que vivem em castelos de areia: ele poderá ser banido pela próxima onda e levado para as águas profundas do inconsciente coletivo; ser diluído nas águas sagradas da nossa Mãe Yemanjá.
Não existe um grande que não tenha sido pequeno, nem um pequeno que não tenha a probabilidade de crescer. Em verdade, vos digo: grande mesmo é o poder de Olorun (Deus) que há de reinar sobre tudo e sobre todos até a consumação dos séculos. Axé! (amém)
Maravilhoso texto vc realmente escreve muito bem
ResponderExcluirParabens!!!!!!!!!!!
Sou seu fã